Mostrando postagens com marcador confiança organizacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador confiança organizacional. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de julho de 2012

Tempo é dinheiro: Tem 5 minutos aí?

Quando se convida um colega de trabalho para almoçar, marcando o horário com antecedência, ele ou ela, inevitavelmente, na hora marcada precisará de mais 5 minutos para mandar um e-mail, e pior, esses 5 minutos facilmente se tornam meia hora.


Uma reunião começará 10 minutos mais tarde, por conta de um telefonema ou e-mail de última hora por parte de um ou mais convidados. E a mesma reunião se prolongará por mais meia hora, invadindo o horário da próxima reunião. Tudo em nome de mais 5 minutos.


Deixar os outros esperando, não importa qual a desculpa, demonstra um profundo desrespeito, você perde a confiança das pessoas quando as desrespeita dessa maneira.


Respeitar o tempo das pessoas é também valorizá-las, como gestor ou não, procure:

  • Não chegar tarde a reuniões, incluindo aquelas com seus familiares e amigos.

  • Especificar no início da reunião quanto tempo dispõe para ficar, para que os pontos cruciais sejam abordados, e se predisponha a responder mais tarde pontos particulares da reunião, desta forma, ficará no controle do tempo e ganhará o respeito das pessoas presentes.

  • Não perder o tempo de vista. Eis um uso apropriado para o celular em reuniões: programe o alarme para 15 minutos antes do término da reunião, isso lhe dará tempo para endereçar os próximos passos.

  • Não subestimar o tempo das viagens, planeje-as com tempo suficiente para suas reuniões.

  • Não subestimar o tempo que uma determinada tarefa vai demorar, dessa maneira não precisa fazer com que seus colegas esperem por aqueles intermináveis 5 minutos.

Pontualidade nada mais é do que o respeito pelo tempo das outras pessoas, e de quebra é um modo eficaz de estabelecer um elo de confiança. «

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Coaching: será a recuperação dos relacionamentos?

Por que a maioria dos casais antigos tinha mais sinergia do que os casais da nossa geração? Por que os profissionais do passado tinham mais comprometimento com as empresas em que trabalhavam?

Falar do passado é sempre complicado, pois falamos de coisas que vimos em fotografias, lemos ou ouvimos de relatos nostálgicos, daí tudo parece ser tão perfeito, quando nem sempre foi.

Mas mesmo em uma análise superficial posso dizer que a grande mudança está nos relacionamentos, sejam pessoais ou profissionais. No passado que antecedeu a geração dos meus pais, eles se baseavam em confiança, a maioria dos casais vivia em sinergia e os profissionais permaneciam por toda uma vida em uma empresa, simplesmente por confiarem.

Os papéis eram bem definidos, tão definidos que as pessoas sentiram-se oprimidas e romperam com eles.

Infelizmente nesse rompimento a confiança se perdeu. Quem atualmente em sã consciência fecha negócio sem um bom contrato? Até os casamentos podem ser feitos com contratos pré-nupciais.

As empresas na busca por inovação e criatividade, descobriram que quando seus colaboradores mantêm relações de confiança dentro da organização, eles se comprometem e contribuem de forma proativa.

É daí que se origina a preocupação com o coaching para executivos, tornou-se um modismo, então as empresas implementam, mas como já foi dito várias vezes tudo que é feito sem objetivo, torna-se vago e sem sentido.

Um coaching bem feito com o intuito de aproximar os objetivos pessoais do profissional com os objetivos da empresa, estreitando os laços de comprometimento e parceria; só é possível quando há, da empresa para o profissional, o respeito que estabelece a confiança necessária.

Confiança é o impulso de um relacionamento feliz.

A confiança dentro das organizações não será mais como no passado, onde um colaborador passava anos em uma mesma organização. E também não é lucrativo para a empresa um quadro de profissionais mercenários, prontos a abandonar o barco a qualquer aceno com notas de dinheiro.

Por isso as empresas saíram a procura de meios de mostrar que elas têm planos de longa parceria com seus colaboradores. E agora toda a empresa tem também a missão de estabelecer a confiança dentro e fora da organização. «

domingo, 24 de maio de 2009

Efeito placebo na Qualidade

Efeito placebo é a crença de que uma substância pode curar, mas na verdade a melhora ou cura ocorre por ações psicológicas e não pelas substâncias inertes do medicamento, mas o paciente desconhece esse fato.

Algumas empresas utilizam técnicas similares para a questão da Qualidade, adotam discursos, até investem em cursos, contratam pessoas e passam a vender aos clientes uma qualidade que ainda não existe.

Conheci executivos que nos seus discursos soltam muitas palavras sobre qualidade, e até convencem que ela é a preocupação principal da empresa, mas na realidade são discursos sem base real.

Esse efeito placebo nas empresas não é tão bom quanto os apresentados em pacientes que utilizaram pílulas de açúcar e se sentem curados, pois esse discurso sem base engana colaboradores e clientes até certo tempo, depois a verdade aflora.

Todos nós sabemos que nenhum ser humano, nem mesmo um enganador convicto, gosta da sensação de ser enganado.

O contrário do efeito placebo é o efeito nocebo, onde o paciente piora com a administração da medicação inerte ao invés de melhorar.

Qualidade: esse medicamento não deve ser utilizado por empresas sem as orientações adequadas.Eu percebo que as empresas que enveredam pelo caminho de fingir interesse pela qualidade experimentam os dois efeitos. Mas o pior efeito é no bolso, querendo ou não mesmo para encenar que existe qualidade em uma empresa, monta-se o circo, e no final não atinge objetivo nenhum, perde-se credibilidade com o cliente e até o respeito dos concorrentes.

Ao passo que se tivessem investido em qualidade de verdade, os gastos poderiam ser mais altos, mas estariam ganhando clientes ao invés de perdê-los. «

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Laços de Confiança

Parece discurso decorado, todo CEO que se preze vai dizer que “pessoas são o nosso principal ativo”. Só que entre o dizer e o fazer existe um longo caminho, muitas vezes desviado, mas o discurso permanece o mesmo.

Quando chega o momento em investir em treinamento o discurso é esquecido, mas os líderes se esquecem de que quando não cumprem suas promessas o seu “principal ativo” foge em busca de uma falsa promessa mais rentável ou mesmo das poucas promessas reais, que felizmente estão crescendo.

Se há uma coisa que uma crise ensina é dar valor aos seus ativos.

O gerenciamento efetivo de talentos busca maneiras de atrair talentos, selecioná-los levando em conta potencial, uma vez selecionados os talentos precisam de incentivos que os comprometam, e o maior desafio é mantê-los comprometidos, esse é o diferencial que vai atrair muitos outros talentos.

Gerenciamento de Talentos
O que você como colaborador pode fazer para construir uma confiança recíproca entre você e sua empresa?

Você pode responder às pesquisas de clima organizacional honestamente, é comum notarmos que em uma empresa há um clima de desconfiança, mas após a aplicação de pesquisas a resposta dos colaboradores aponta que a empresa é perfeita para se trabalhar. Em geral, são pesquisas feitas por um avaliador isento, ou seja, o serviço é contratado pela empresa, justamente para obter resultados verdadeiros.

Fale nas reuniões e expresse suas convicções com firmeza. Não há nada pior do que a pessoa que não concorda com o resultado de uma reunião (da qual participou e não argumentou), ficar aos quatro cantos da empresa expressando suas opiniões, quando não expressou no momento onde teriam tido eficácia.

Se você for chamado para participar de algo antiético e desonesto, rejeite e comunique ao seu superior, ou esteja preparado para demitir-se. Você deve ter em mente que tipo de carreira quer construir e que valores você deseja manter, lembre-se que você é exemplo para os mais jovens na empresa e em sua família. Em que tipo de sociedade quer viver?

Aconselhe seu gerente contra ações antiéticas que irão prejudicar a imagem da empresa, querendo ou não você assina seu nome nas ações de sua empresa.

Quando seu líder lhe der liberdade para fazer seu trabalho sem supervisão constante, esteja preparado para tomar iniciativas. Respeita a confiança que ele depositou em você.

Mostre que você está interessado em aprender como o negócio de sua empresa funciona e deseja ajudá-la a obter melhores resultados.

Ganhe a confiança do seu líder tomando iniciativas que vão de encontro às necessidades dos clientes ou melhorando suas habilidades para lidar com novos desafios.

Dê aos novos líderes o benefício da dúvida. Deixe-os comunicarem seus planos antes de julgar que não vale a pena segui-los.

Se você se tornar um líder ou já é um líder, faça tudo o que está ao seu alcance para manter a confiança de seus colaboradores.