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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Acorda, Alice!

A única Alice que conheço é minha tia e madrinha, ela tem os pés bem plantados no chão e domina muito bem as questões do bom senso.

A Alice que me refiro é a do País das Maravilhas, aquela que se ilude com um coelho que está sempre atrasado correndo atrás do prejuízo, por conta disso ela que tenta persegui-lo, cai em um mundo desconhecido, dentro de si mesma.

Ela pede ajuda a um gato que mostra somente um sorriso, e às vezes o rabo, ele se prontifica a ajudá-la, ela questiona para onde a estrada vai, ele questiona onde ela quer ir, ela se reconhece perdida e não sabe, ele responde: “Para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve”.

Para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve.


Parece insanidade pura, mas o drama de Alice é vivido por cada um de nós em algum momento da vida, enquanto na adolescência tudo bem, mas quando essa fase adentra a idade adulta é hora de se preocupar, porque o drama não atrapalha somente a vida de “Alice” (nosso perdido ou perdida de plantão), mas a vida de todos ao seu redor.

Há quem diga que Alice se entrega ao serendipismo, o que não é verdade, pois seguir um caminho por não saber onde quer ir, é diferente de encontrar um caminho por acaso e decidir segui-lo porque tem afinidade com ele, embora não tenha se programado para isso. Acredito que você notou que ao detectar afinidade, significa que você está no controle, sabe exatamente o que deseja, examinou o caminho e notou que ele pode ser interessante, se não fosse jamais o trilharia. Agora estar perdido é encarar qualquer caminho tem grande chance de você se dar mal, mesmo que o caminho seja bom, porque no meio do caminho pode descobrir que ele não tem nada a ver com você.

Muitos casamentos desfeitos, jamais teriam sido iniciados se o casal soubesse para onde quer ir. O encontro de dois perdidos até tem certa afinidade, mas não tem liga, nenhum dos dois sabe o que quer.

Descobrir onde quer ir é importante para tudo na vida, inclusive para definir sua carreira. É possível ganhar dinheiro e sentir-se realizado se trabalha no que gosta.

Nada de ficar correndo por aí atrás de um chefe (coelho) atrapalhado, que pode levar sua carreira por um caminho indesejado.

Felicidade não é utopia, felicidade é ter tudo o que precisa na hora em que se precisa. Mas para isso você tem que saber o que precisa.

O que mais vemos por aí são pessoas que têm tudo o que precisam, mas não sabem disso e por isso carregam uma infelicidade sem fim. Daí vem aquela célebre frase de que “dinheiro não traz felicidade”.


De fato, nada traz felicidade, se você não sabe o que quer. «

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O que você quer ser quando crescer?

Já perguntou para uma criança o que ela quer ser quando crescer? Você se lembra o que respondeu quando você era criança? 

Eu queria ser estilista, sempre gostei de desenhos e de fazer com que as pessoas se sentissem bem consigo mesmas. No fim das contas, eu me tornei uma "estilista de negócios". Trilhei um caminho estranho, fui parar na área de Tecnologia da Informação, que enganosamente parecia fora do contexto, mas na era da comunicação, que vivemos hoje, torna-se impossível separar a tecnologia e o marketing dos negócios. A tecnologia é a agulha, linha e tesoura dos estilistas de negócio e o marketing a passarela e a vitrine.

Voltemos a você. O que é mesmo que você queria ser? A resposta mais comum é herói. Entretanto, não temos tantos heróis na nossa sociedade quantos aqueles que afirmaram querer sê-los na infância. Será que nosso estereótipo de herói na vida adulta ficou tão danificado assim?

Você vai me dizer que sonhos de criança são bobagens. Pode até ser, mas poucas vezes na vida você teve tanta certeza de algo como naquela época.

Claro que nem sempre você se lembra do que dizia. Teste seu filho, veja como ele afirma com toda a certeza do mundo o que ele vai ser quando crescer aos 5 anos, espere ele completar 18 anos e refaça a pergunta. Ele vai lhe responder que ainda não está preparado para responder sobre isso, que você o está pressionando, que as coisas não podem ser assim, e ouve-se um estrondo no batente. Onde é que seu menino aprendeu a bater portas assim? Como ele perdeu toda aquela decisão da infância?

A resposta está em você mesmo. Você o encorajou ou transferiu seus medos e frustrações para ele? Tive uma colega de trabalho, cuja a filha de 10 anos queria ser dançarina, amava dançar, mas ela disse para a filha: “brinque de dançar mas não leve isso à sério, porque não dá dinheiro”.

Quem trabalha por dinheiro pode ser qualquer coisa, até traficante, mas nunca terá uma vida feliz, nem que nade em dinheiro.

Não devemos educar nossos filhos para pensar como nós, ou para seguir nossos passos, eles devem ser educados para tomar suas próprias decisões e arcarem com as responsabilidades de seus atos.

Eu não gostaria que um filho meu corresse para casa toda vez que cometesse uma idiotice para eu “dar um jeito” nas coisas para ele. Eu gostaria que ele tivesse discernimento para fazer boas escolhas, e se, por ventura tivesse problemas, fosse capaz de sair deles com honestidade e responsabilidade. Portanto, a educação dele seria nesses princípios, se ele quisesse ser um professor, mesmo que professores não ganhem bem, ele seria, mas ele seria ou tentaria ser o melhor professor, porque seria uma escolha dele. Não sou eu que vou passar os próximos anos produtivos naquela carreira, mas ele.

Fazer o que gosta, de forma honesta, pode não deixar ninguém milionário, mas sempre se é remunerado com mais do que dinheiro, se é remunerado com dignidade e reconhecimento.

Você está no caminho certo?


Quando eu estava na faculdade, tinha um aluno na turma com 60 anos, ele estava todo feliz, porque estava finalmente mudando de carreira para fazer o que gostava. Portanto, mesmo que você tenha se desviado do seu sonho de menino, por ter ouvido conselhos equivocados do seu pai, sua mãe, ou quem quer que lhe disse que era impossível seguir seu sonho. Ainda dá tempo para você ser o que estava programado a ser.

Puxa Krika, não dá! Eu queria ser astronauta, não entendo nada de astronomia e estou muito velho para me tornar um.

Se você tinha um sonho tão alto, deve se esforçar mais e ser digno das estrelas, comece a estudar astronomia, prepare-se fisicamente, acompanhe os projetos do governo, eles são tão imprevisíveis, que a presidenta pode criar um programa espacial de uma hora para outra e se você estiver preparado, pode ser sua chance, mas se não acontecer, terá alcançado algo admirável, quem sabe na busca do seu sonho de menino, você tenha criado uma escola de astronautas. E dela saia um astronauta que realmente vai fazer o passeio na lua. É mais do que você tem hoje.

Não fazer algo por causa dos obstáculos é só mais uma desculpa para não fazer. «

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Quem é responsável por sua carreira?

Muitos pensam que é uma responsabilidade compartilhada, em que você se encarrega de 50% do desenvolvimento de sua carreira e a empresa em que trabalha dos outros 50%. Na teoria você está certo, mas na prática não poderia estar mais equivocado.

O que sua empresa considera 50%, você pode considerar só 10% e ficar insatisfeito. E o que considera que seja seus 50% de contribuição, podem ser considerados 20% pela sua empresa. Um eterno motivo de desacordo de expectativas e frustrações entre você e a empresa para a qual trabalha.

Se você realmente está interessado em avançar em sua carreira, tem que se tornar dono dela.

O seu gestor pode ter as melhores intenções, mas o desenvolvimento de sua carreira não está no topo da lista de afazeres diários dele. Portanto, deve estar no topo da sua lista.

Encarregue-se de sua carreira:

·         Construa o capital de sua carreira
O capital de sua carreira consiste das suas qualificações, experiências e reputação, ou seja,  os atributos para produzir valor econômico. Ele requer investimentos de tempo e recursos para crescer. Procure workshops e treinamentos que podem melhorar suas capacidades. Não assuma que sua empresa não tem orçamento para o desenvolvimento profissional – você não saberá a menos que pergunte. De qualquer forma, lembre-se que você poderá fazê-los com seu próprio tempo e dinheiro. Perceba que é um investimento no seu futuro!

·         Seja conhecido e notado
Tome a iniciativa. Peça ao seu gestor uma oportunidade para liderar uma força tarefa ou um projeto fora de sua rotina de trabalho. Por exemplo, lidere um comitê de recomendação de mudanças, seja um facilitador na próxima reunião de equipe ou faça uma apresentação. Não é só quem você conhece ou quem o conhece, mas, o mais importante, quem conhece e está impressionado pelo que você pode fazer.

·         Encontre um mentor
Você precisa de alguém que possa apresentá-lo às pessoas, dar conselhos estratégicos para sua carreira e ajudá-lo a aprender com seus erros. Mentores não precisam necessariamente pertencer à sua empresa. Procure em sua comunidade. Quem está fazendo um trabalho interessante? Quem o inspira? Desenvolva um relacionamento antes de propor o convite a um mentor.

·         Trabalhe com um coach
Enquanto um mentor pode ajudá-lo a construir uma network e dar conselhos, um coach pode construir suas habilidades e ajudá-lo a desenvolver uma estratégia vencedora para sua carreira. É aquela pessoa que pode também trabalhar com você nos desafios de liderança ou gerenciais que você frequentemente encara para que não cometa erros fatais em sua carreira.

·         Sobretudo, entregue resultados satisfatórios         
Você pode fazer todos os outros itens, mas se você não entregar resultado, ou seja, não apresentar um bom desempenho, mais cedo ou mais tarde tropeçará. Portanto, o primeiro passo ao desenvolvimento de sua carreira é fazer o que você faz atualmente com o melhor de sua habilidade e toda sua energia – até mesmo se ainda não for o que você deseja para sua carreira.

Dicas para melhorar seu desempenho

Coma corretamente e faça exercícios
O que você põe para dentro determina o que você põe para fora. Sem tempo no seu dia? Reconheça que seu trabalho se tornará mais longo e será mais duro se você não tomar conta de si próprio. Pequenas coisas contam. Uma caminhada de 15 minutos no almoço irá reanimá-lo. Fazer uma pausa de 10 minutos para clarear a mente irá energizá-lo, comer algo saudável como uma maçã irá rejuvenescê-lo. Você não tem que mudar tudo de uma vez, então inicie com algo pequeno. Comendo corretamente e fazendo exercícios irá transformar sua carreira, pois você não terá um bom desempenho se não se sente bem.

Planeje seu trabalho e execute conforme o plano
Se você planeja suas atividades e segue o que foi planejado, você terá mais controle sobre sua carga de trabalho e seu nível de estresse. Nem sempre você tem poder sobre as atividades que são destinadas a você, mas você pode controlar como lidar com elas. Sente-se toda manhã e observe o que deve ser feito. Priorize suas tarefas e trabalhe nos itens mais importantes antes. Então, siga sua lista, e trabalhe em cada item um a um. Não conseguiu completá-la hoje? Trabalhe nela amanhã. Lembre-se que você é uma pessoa e não uma máquina. O tempo que você gastou planejando irá se pagar em grande estilo, uma vez que você não apresenta um bom desempenho se estiver desorganizado e sobrecarregado.

Mantenha o futuro em mente
Trabalhar é o dia a dia de parte de sua vida: você entra, faz o que você precisa fazer, e então você volta para casa. Mas se o trabalho fosse só isso, você não teria nada com que se preocupar. É fácil ser pego em uma rotina. Para combater isso, coloque seu foco no futuro. Qual é o panorama? Onde você se vê daqui a um, três, cinco ou mais anos? O que vai deixá-lo novamente animado? Mantenha o futuro em mente, pois você não pode ter um bom desempenho só pensando no aqui e no agora.  

Planejamento de Carreira

Ao planejar sua carreira você precisa estar ciente de que pessoas, carreiras e empresas estão constantemente mudando. Portanto, planejamento de carreira não é algo feito uma única vez na sua carreira. Ao contrário, é um processo em andamento por toda sua vida. Não importa qual seja sua profissão, seu ramo de atividade ou seu posto na empresa.

A base do planejamento de carreira está no entendimento muito claro de quem você é como indivíduo e como profissional. Quanto maior a congruência entre quem você é – suas habilidades, valores, interesses e personalidade – e suas escolhas de carreira, maior sua satisfação pessoal com a carreira.

Considerando que todos têm um conjunto único de habilidades, forças e limitações que mudam ao longo do tempo, o primeiro passo no planejamento de carreira é observar quem você é e ao que sua carreira se relaciona. Além disso, o conhecimento sobre si próprio vai ajudá-lo a tomar melhores decisões no futuro quando desafios e oportunidade surgirem.

Aqui estão algumas questões simples, mas profundas para iniciá-lo nesta jornada. Você pode escolher alguém, ou muitas pessoas, para ajudá-lo a refletir e prover um feedback adicional.

  • Quais são seus pontos fortes?
  • Quais são suas limitações pessoais?
  • Quais são seus principais valores – o que é importante para você?
  • Quais são suas habilidades – coisas nas quais você é bom e lhe dão prazer fazer?
  • O que você tem feito, ou está fazendo agora, que lhe orgulham?
  • Quais são as influências significativas na sua vida que afetaram sua carreira?
  • Você tem talentos que não foram desenvolvidos – como pode começar a utilizá-los?
  • Quais são suas obrigações ou compromissos atuais? Como eles podem afetar sua carreira?
  • Se você pudesse voltar no tempo, quais escolhas ou decisões na sua carreira seriam diferentes?
  • Se você pudesse avançar no tempo, que coisas gostaria de realizar na sua vida?

Carreiras são como a vida, elas não ficam paradas. Elas progridem de um estágio a outro.

Aqui estão os estágios da carreira pelos quais você está passando, já passou, ou espera passar. Preste atenção aos obstáculos potenciais – eles podem ajudar ou interromper os avanços de sua carreira.

Estágio I – Aprendizagem: Aprendendo as regras

Você é um iniciante, possivelmente é jovem ou está iniciando na nova carreira. Você está faminto por conhecimento e busca orientação dos outros. A princípio você é parte de uma equipe com tarefas específicas. Você pode ser supervisionado de perto até seu chefe ter confiança em suas habilidades. Seu “trabalho” não é somente realizar o trabalho atribuído, mas também aprender sobre a cultura, a empresa e os colegas que trabalham com você.
Obstáculo de carreira potencial: Estagnação no seu papel atual
Como você desenvolve suas capacidades, você pode começar a ficar confortável. Esse é o momento mais importante para crescer na sua carreira. Peça por mais atribuições que expandirão sua perícia e experiência. Continue seguindo em frente.

Estágio II – Contribuinte independente: Estabelecimento de uma reputação

Agora você é um executor. Você tem mais responsabilidade e desenvolvimento técnico nas atribuições, também tem mais autonomia. Você pode fazer parte de um comitê que faz recomendações sobre o melhor software ou meios de aumentar a satisfação do cliente. Essa é uma oportunidade de se destacar e brilhar.
Obstáculo de carreira potencial: Indecisão sobre o seu próximo movimento na carreira
Nesse estágio pode-se orientar a carreira em muitas direções. Se você não está certo para onde quer ir, pode não atingir sua meta. Então avalie se você quer expandir sua experiência com muitas atribuições desafiantes ou começar a liderar projetos ou equipes de modo a desenvolver suas habilidades gerenciais.

Estágio III – Líder: Desenvolver e gerenciar outros

Você tem o título de supervisor, gerente ou diretor. À medida que você progride nesta posição, tem um pessoal abaixo de você. Poderiam ser 5 ou até mesmo 50 pessoas. Você agora faz as coisas e obtém resultado através dos outros. Você atribui tarefas,  gerencia seus esforços de trabalho e os instrui para melhorar ou aprimorar seus desempenhos. Pode ser difícil para você não pôr as mãos na massa, sendo que a habilidade de pôr as mãos na massa o trouxeram até aqui.
Obstáculo de carreira potencial: Não focar nas suas habilidades interpessoais
Gerenciar é negociar com todos os tipos e níveis de pessoas – subordinados, pares, chefe ou chefes, outros departamentos ou unidades de negócio, até mesmo outras empresas e a lista continua. É importante ter bem desenvolvida a comunicação, a negociação, as habilidades de construção de equipe. Se você não as tem, o crescimento de sua carreira estará em perigo.

Estágio IV – Executivo: Exercitar poder

Você tem responsabilidade significante na organização. Seu foco não está nas operações do dia-a-dia, mas na estratégia – o futuro da organização. Seu papel é ser proativo – para antecipar mudança, fazer um plano, iniciá-lo e liderar a organização através ele. Isso requer lidar com o ambiente externo e tomar decisões difíceis.
Obstáculo de carreira potencial: Não usar a influência real que se tem
Ao ficar indeciso e não empurrar a estratégia à frente, você pode aparecer vacilante ou sem brilho. As pessoas procuram seus lideres seniores por visão, orientação e encorajamento, especialmente nesses tempos de muitas mudanças.

Dica de sucesso na carreira:
Por conhecer qual o estágio de carreira você se encontra, pode focar nas tarefas chave e evitar os obstáculos, tornando-o mais efetivo. Também por conhecer o próximo estágio de sua carreira, pode se antecipar e se preparar para sua próxima posição. Deste modo você será proativo, ao invés de reativo, no gerenciamento de sua carreira. «

Baseado em How to Plan Your Career, por Marcia Zidle. 

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Comprometimento profissional

Considero que o comprometimento profissional ocorre quando o profissional compreende plenamente o seu papel. Entende que o papel não se restringe apenas ao desempenho das suas funções, mas o “como” deve desempenhá-las.

A diferença é sutil, mas muito importante!

Por exemplo, é fácil identificar quais são as funções de um analista de processos, mas como ele desempenha esse papel é o ponto chave entre se ter um bom profissional e um ruim. Embora ambos conheçam as técnicas podem utilizá-las de forma diferente e até com objetivos e propósitos diferentes.

Certa vez, um colega analista de processos virou para mim e disse que todo o problema de falta de qualidade na empresa era insolúvel, pois na verdade era um problema cultural dos brasileiros, como se não fôssemos brasileiros também.

Com certeza, naquele momento o profissional dava um tiro no próprio pé. Como ele poderia trabalhar com uma atividade na qual ele não acreditava?

O triste é que ele não está sozinho, muitos profissionais de outras áreas agem da mesma forma. Embora nem todos verbalizem seus sentimentos.

Além disso, eu sou brasileira e me preocupo com a qualidade dos produtos e serviço que eu consumo, e da empresa para na qual eu trabalho. Na verdade o problema da falta de qualidade nas empresas nada tem a ver com a nacionalidade dos seus funcionários, existem empresas nos países desenvolvidos com os mesmos problemas que as nossas empresas.

A qualidade é medida pelo resultado do processo que precisa ser eficiente, eficaz e atingir objetivos específicos. A grande maioria das empresas tem dificuldade em definir seus objetivos, e quando o conseguem passam a ter dificuldades em comunicá-los de forma clara e precisa.

Dessa forma, verificamos que o problema até é cultural, mas não de uma nacionalidade, mas de uma empresa. E não importa muito o tamanho nem o capital da empresa, todas podem ter essa dificuldade se não adotam hábitos saudáveis de planejamento e comunicação.

Em geral, o topo da pirâmide quando não olha para a sua base, ou está com todo o seu foco no lucro, não percebe o que tem dentro da pirâmide. Não percebe o que tem de bom e pode estar perdendo, nem o que poderia estar melhorando.

A qualidade da sua empresa depende do comprometimento de todos.
As outras pirâmides progridem e parecem tão brilhantes, porque todos os seus colaboradores estão sorrindo e caminhando na mesma direção. O topo delas parece mais elevado porque tem um bom suporte.

A grama do vizinho é sempre mais verde porque ele cuida dela, e não perde tempo se preocupando como está a grama dos vizinhos. «

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Aprendendo a aprender

A todo o momento temos uma nova oportunidade de aprender algo novo. Só temos que perceber essas oportunidades e aproveitá-las.

A oportunidade de aprendizado não é apenas acadêmica, na verdade o conhecimento puramente acadêmico sem a prática, sem ser testado ou utilizado é muito limitado.

Se nos ativermos às questões de processo de negócio, podemos estruturá-lo perfeitamente, conforme todos os manuais, padrões, técnicas e metodologias e não obtermos resultado, simplesmente porque os processos precisam de um habilitador imprescindível: as pessoas.

Vamos encontrar literatura sobre estratégia, planejamento, processos, execução, indicadores e até sobre comportamento humano, mas a conexão entre os assuntos precisa de vivência, percepção e experimentação.

A conexão entre o teórico e o prático depende do quanto estamos dispostos “aprender a aprender”. Eis um fator importante para quem realmente quer fazer a diferença no trabalho que realiza. Nenhum trabalho será insignificante ou maçante caso você possa aprender todos os dias algo novo sobre ele, mesmo quando achar que já sabe tudo, você pode melhorá-lo ou incluir elementos novos que agreguem valor.

Pode acreditar, esse é um dos segredos dos profissionais que se destacam. Eles aprender todos os dias: na teoria, na prática e na percepção.

Para nadar perfeitamente é preciso aprender a respirar.Para um momento de inspiração:
A melhor forma
(Titãs - composição: Branco Mello, Sérgio Britto e Paulo Miklos)
A melhor forma de esquecer
É dar tempo ao tempo
A melhor forma de curar o vício
É no início
A melhor forma de escolher
É provar o gosto
A melhor forma de chorar
É cobrindo o rosto
Evitar as rugas
É não olhar no espelho
Esvaziar o revólver
É puxar o gatilho
A melhor forma de esconder as lágrimas
É na escuridão
A melhor forma de enxergar no escuro
É com as mãos

As idéias estão no chão
Você tropeça e acha a solução


Acabar com a dor
É tomar analgésico
Matar a saudade
É não olhar pra trás
A melhor forma de manter-se jovem
É esconder a idade
A melhor forma de fugir
É a toda velocidade

As idéias estão no chão
Você tropeça e acha a solução «

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O que identifica um Analista de Processos?

Um analista de processos basicamente faz o levantamento das necessidades de melhorias dos processos produtivos ou de serviços, pertinentes ao negócio, por meio de um mapa de como eles são executados; propõe e implementa melhorias; executa o monitoramento dos processos, com intuito de melhorá-lo continuamente.

Esse profissional interage com pessoas o tempo todo, portanto está muito mais exposto aos conflitos, por isso não basta que conheça as técnicas, ele precisa saber lidar com pessoas.

Além disso, ele precisa ter as seguintes capacidades:

  • Compreender conceitos abstratos para reorganizá-los logicamente e sintetizar em soluções, baseado na estratégia da empresa.
  • Absorver fatos pertinentes de fontes conflitantes ou confusas.
  • Entender o ambiente, portanto deve ser um questionador ativo.
  • Visualizar quais técnicas ou ferramentas pode utilizar na solução.
  • Comunicar-se bem nas formas verbal e escrita.
  • Ver além do que lhe é mostrado. Cada pessoa inserida na execução de um processo, vê apenas sua parte dele, o analista de processos precisa enxergar aquela parte no todo.

Faça a diferença nos detalhes importantes.
Junte a isso tudo criatividade, porque por mais que os processos possam ser padronizados, as soluções não são.

Nem sempre uma solução que deu certo em outra empresa dará certo na sua, pois a cultura, os objetivos estratégicos da sua empresa, os participantes do processo e até o orçamento são bem diferentes.  «

domingo, 31 de maio de 2009

Relaxar faz bem!

Você se sente como se não tivesse tempo suficiente para tudo o que deveria fazer ao longo de um dia? Dificilmente alguém vai responder não a essa questão.

Inconscientemente acreditamos que quanto mais atividades nós realizamos mais aproveitamos o nosso tempo, mas é exatamente o contrário.

Você já experimentou apreciar uma paisagem de um carro ou moto em movimento e comparou a sensação de apreciá-la de uma bicicleta em movimento? As sensações são muito diferentes.

A sobrecarga de atividades não proporciona mais qualidade profissional ou pessoal, o exagero dessa velocidade incita mais falhas e erros. Os principais problemas de gestão estão na velocidade com que as decisões são tomadas, gerando mal-entendidos e conflitos desnecessários. Tomar uma decisão em momento de estresse apresenta um resultado muito diferente de quando você avalia e pondera calmamente.

Carpe Diem. Frase em latim, significa "colha o dia" ou "aproveite o momento".
Para evitar esses picos de estresse, você precisa curtir seus momentos, um executivo sem tempo para a família, por exemplo, vai perder valores e situações que facilitariam sua liderança na empresa. Aqueles rabiscos do seu filhinho, as perguntas inocentes dele ou as dificuldades domésticas, são ótimas oportunidades de aprendizado.

Dose com cuidado seu trabalho e sua vida pessoal, aproveite mais a vida!  «

sábado, 30 de maio de 2009

Como despertar a criatividade?

Despertar a criatividade é muito mais simples do que você imagina, basta que faça atividades diferente da sua rotina, isso ativa o lado direito do seu cérebro. Além de despertar a criatividade, vai despertar também o poder de lidar com suas emoções.

Qualquer atividade serve, estando ela fora da sua rotina será o suficiente para quebrar o raciocínio ao qual está habituado. Isso ocorre porque as atividades rotineiras mobilizam o lado esquerdo do seu cérebro, relacionado à razão, já os novos desafios mobilizam o lado direito, relacionado à criatividade e aos sentimentos.

Se você está preso a uma rotina terá mais dificuldades para lidar com imprevistos e emoções fortes.

O seu cérebro funciona sempre usando os dois hemisférios (esquerdo e direito), portanto o ideal é que você contrabalance-os, realizando atividades de rotina e adicionando uma novidade. Com esse equilíbrio você vai facilitar o seu processo de decisão, com o pensamento mais ágil você atinge a capacidade de improvisação, tem maior confiança para resolver conflitos. Seja curioso!

Na onda de evitar o uso de sacolinhas de plástico, eu fiz a minha própria versão de sacola. Os supermercados vendem as suas, mas eu não gosto de sair por aí carregando a marca de qualquer um, além de achar que com a propaganda que eles vão ganhar e baixo custo das sacolas, eles deveriam dá-las aos seus clientes, pois representa economia e um marketing positivo para eles.

Mas enfim, foi divertido fazer a minha própria versão. A intenção era dar um aspecto rústico e divertido, com tecido, tesoura, linha (para crochê), feltros coloridos e agulha, fiz 4 delas, uma para mim e outras 3 para presentear os amigos.

Sacolas
Mas você pode começar por algo mais simples, se você nunca cozinhou, que tal pedir aquela receita que a sua mãe faz e você adora, e tentar fazê-la? Conseguiu fazer? Está parecida com a dela? Que tal fazer suas alterações na receita e descobrir novos sabores?

Não quer se aventurar na cozinha? Pode ler um livro, muito diferente daqueles habituais que você lê, e se não gosta de ler livros, que tal se desafiar a ler um?

No livro O poder da inteligência criativa do Tony Buzan (responsável pela sistematização dos mapas mentais), ele abre a introdução com um teste para saber se você é criativo ou não.

O teste consiste de 14 perguntas, que você deve refletir e responder a si mesmo, com sim ou não, contabilize a quantidade de sins e nãos:
  1. Você “sonha acordado”?
  2. Você planeja cardápios e cozinha para si mesmo, para a sua família ou amigos?
  3. Você mistura e combina cores, tecidos e acessórios ao comprar roupas para criar um estilo próprio?
  4. Você gosta de diferentes tipos de música?
  5. Você lembra com prazer pontos altos da sua vida, por exemplo, períodos especiais que passou com amigos, grandes momentos desportivos, férias inesquecíveis, algum “fracasso” ou vitória importante?
  6. Você fazia muitas perguntas quando era criança?
  7. Você ainda faz muitas perguntas?
  8. Você às vezes se encanta diante da complexidade ou da beleza das coisas e procura saber como isso funciona/foi feito/aconteceu/surgiu em sua vida?
  9. Você tem fantasias sexuais?
  10. Você tem em casa jornais, revistas ou livros que prometeu a si mesmo que leria, mas ainda não encontrou tempo para fazê-lo?
  11. Há outras coisas em sua vida que você prometeu a si mesmo que faria ou realizaria, mas ainda não tomou a decisão de concretizá-las?
  12. Você é movido ou estimulado por espetáculos excepcionais nos campos da música, dos esportes, do teatro ou das artes?
  13. Você diria “sim”, se eu, com uma varinha mágica de repente:
  • O tornasse um dançarino hábil, leve, esplêndido, capaz de surpreender a platéia em cada etapa da dança?
  • Desse a você uma voz igual à do seu cantor preferido, capaz de cantar praticamente qualquer canção, para sua satisfação pessoal e para prazer e diversão de outras pessoas?
  • Fizesse de você um artista competente, capaz de rascunhar em poucos instantes desenhos humorísticos, esboços, paisagens e retratos, e de esculpir tão bem que o próprio Michelangelo o consideraria um aluno brilhante?
  • Transformasse você num exímio contador de histórias e de anedotas, capaz de hipnotizar as pessoas com suas narrativas e de fazê-las rir a mais não poder com suas piadas geniais?
   14. Você está vivo?

Se você respondeu SIM a mais da metade dessas perguntas, você é por definição, Criativo.

Sem a Rotina resta a Eterna Curiosidade!
As perguntas referem-se a atividades que você pode experimentar para sair da rotina, mas não se prenda a elas, você tem a liberdade de escolha na sua mão, é só aprender algo novo.  «

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Timidez

Eu Krika, confesso publicamente que fui muito tímida, lembro de uma vizinha dizendo para a minha mãe que eu jamais conseguiria um emprego por causa da minha timidez.

Mas ela estava enganada, timidez com certeza atrapalha muito o desenvolvimento de alguém, mas tem solução. Deve ser enfrentada.

Se aquela vizinha visse hoje o resultado de uma avaliação da minha personalidade que diz que sou bastante centrada, tenho discurso claro e seguro. Com boa desenvoltura e comunicação. E tudo isso no cara a cara, por meio da escrita fica fácil ter desenvoltura.

Mas eu não estava sozinha, quase metade da população sua frio, gagueja ou dá meia volta diante de uma situação difícil.

Começar uma conversa é um pesadelo, mas o pior de tudo é fazer uma apresentação para uma sala cheia de gente.

Na minha graduação, o trabalho de conclusão era apresentado para toda a sala. Geralmente por grupos, mas eu e uma colega queríamos nos especializar em banco de dados relacionais, e os grupos queriam assuntos mais amenos. Então, conversamos com a professora e recebemos autorização para fazer o nosso trabalho de conclusão como queríamos, mas recebemos uma advertência muito clara dela: “o tema é muito bom, esse trabalho precisa ser excelente”.

Com a prévia dos trabalhos em mãos, ela mudou o rumo das apresentações, teríamos que apresentar no auditório para outras turmas. Eu fiquei sem ação. Minha colega tinha muita desenvoltura, ela falava alto. Meus colegas diziam que eu precisava de um megafone no dia-a-dia. Por aí, você imagina o quanto sofri por antecipação, pensando em como seria o dia da apresentação.

O assunto nós dominávamos, tínhamos feito extensa pesquisa, inclusive com tendência de mercado, os bancos de dados relacionais eram novidade na época. Conversamos com DBA’s para balizar nosso trabalho. Não tínhamos computador pessoal na época, então escrevemos a apresentação à mão, e contratamos uma empresa de digitação, lembro que ficou muito bom para os padrões da época. Lembro que a minha colega se preocupou com a parte visual, e eu com a escrita, o trabalho foi totalmente digitado à máquina de escrever.

Não lembro qual era o software, mas não era PowerPoint, alugamos retroprojetor. As apresentações na época eram feitas em transparências, computador pessoal ainda era um luxo.

O dia da apresentação. 
Eu tremia, e para meu desespero o auditório estava lotado com pessoas sentadas no chão e encostadas na parede, assim que a professora descobriu a parafernália que tínhamos montado para a apresentação, ela entendeu o convite a turmas de outros cursos.

Eu suava frio e tremia. Ai que vontade de fugir, mas daquilo dependia a conclusão do meu curso. Na noite anterior eu havia tido todo tipo de pesadelo de como daria tudo errado.

Eis que a primeira coisa boa daquela noite aconteceu, a Patrícia (minha parceira de trabalho) virou para mim e disse: “Eu não disse nada, mas tenho uma surpresa para você. Eu pedi microfones para nós.”

Eu nem imaginava que tinha microfone, já que os outros grupos não tinham usado.

Você não imagina o alívio que eu senti, a apresentação estava dividida em duas partes, a Patrícia foi a primeira. Assim que a apresentação começou, fez-se silêncio. Nenhum burburinho, risadinha, nada. Ela foi perfeita!

Eu apresentei a minha parte olhando para a parede do fundo, acima da última cabeça que eu enxergava. E apontando a projeção para mostrar os gráficos de tendências.

Mas dava para ouvir minha respiração em algumas partes da apresentação, eu tentava respirar corretamente, mas eu estava realmente trêmula.

Nenhuma risadinha. Nada. Não sei porque, aquilo começou a me parecer que não era bom.

Fim da apresentação. Eles aplaudiram. A professora aplaudiu euforicamente. E veio até nós, tomou o microfone e disse que não divulgava a nota até a avaliação final, mas que no nosso caso ela abriria uma exceção, nossa nota era 10. Ufa!

Aí, um engraçadinho lá do fundo disse: “O microfone foi uma grande idéia, pela primeira vez eu ouvi a voz da Krika”. Um cômico, ele sentava do meu lado na sala de aula! As maçãs do meu rosto queimavam.

Você pode estar rindo da minha estória, mas ela realmente aconteceu comigo, e todas as paranóias, medos, suor, pernas bambas, acontece com quase metade da população.

A timidez faz isso com a gente, e se cedemos a ela não enfrentamos nada. Ter enfrentado e sobrevivido a essa situação, foi um dos primeiros passos para vencer a timidez.

Eu percebia que quanto mais eu me sentia segura, mas desenvoltura eu ganhava. Com certeza eu faria uma apresentação muito melhor agora.

Você é um grande comunicador! Basta que acredite nisso.
Na primeira semana, em uma empresa eu tive que fazer uma apresentação sobre as análises preliminares de um problema para os principais coordenadores sem conhecê-los. Muito pior do que não conhecê-los era que eu podia estar tocando em pontos sensíveis, em geral quando se fala em problema, as pessoas instintivamente procuram por um culpado e reagem de forma negativa. 
Que bom que eu superei a timidez, eu não senti as maçãs do rosto queimar, minhas mãos não suaram, minhas pernas não tremeram, pude olhá-los nos olhos enquanto fazia a apresentação. Até quebrei o gelo da situação, mostrando possíveis soluções e envolvendo-os no assunto de forma participativa.

Se eu consegui, você também consegue. Em geral, travamos porque não nos sentimos seguros sobre o assunto, portanto estude com afinco o assunto, esteja preparado para os questionamentos, quanto mais claro e preciso você puder ser menos dúvidas gera nas pessoas, mas elas confiam em você.


Apresente-se, isso aumenta a sensação de intimidade. 

A falta de reação do interlocutor a um assunto não significa rejeição a você, mas ao assunto, portanto escolha outro assunto de interesse comum, ou mude a abordagem. Quando eu explico algo, eu procuro usar exemplos ou faço analogias com elementos do cotidiano das pessoas presentes. 

Não responda por monossílabos (sim, não, etc.), tente dar informações pessoais para criar empatia. 

Preencha os silêncios, faça perguntas ou comentários.


É como dizem, quem tem boca vai à Roma.  «

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O que eu vou ser quando crescer?

Independente do lhe aconteça procure enxergar longe.

Não seja como um garçom preocupado somente com as gorjetas sem dar atenção ao que acontece ao redor, dessa forma perde-se a oportunidade de aprender tudo o que puder para que um dia se torne dono de um restaurante.

Qual o seu objetivo? Hum... Deixe-me ver.. Já sei! Ser uma Chef famosa.
Por isso é tão importante investir em cursos de idiomas, especializações, pós-graduacao; são meios para prepará-lo para ir mais longe.

A receita para o sucesso é mais simples do que se pensa, ele vem da competência, disposição para o trabalho e sorte. A competência você adquire estudando e aprendendo como os profissionais mais experientes. E as empresas não têm interesse pelo profissional competente, mas preguiçoso.

Sorte está relacionada à maneira como encaramos as situações. Nem sempre uma situação ruim é o fim, pode ser o começo do seu sucesso. É comum dizermos que alguém teve sorte em algo, mas imagina se a pessoa estivesse no lugar certo mas sem o preparo adequado, nada aconteceria, não é mesmo?

Pense “fora da caixa”, analise a situação por outros ângulos, afinal você investiu em aprendizado e trabalhou arduamente até aqui. Portanto, tenha autoconfiança, você está preparado. Mantenha o foco nos seus objetivos, eles norteiam a sua trajetória quando estiver confuso. E sempre tenha muita persistência, como Ayrton Senna da Silva dizia:


“Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita forca, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá.”  «

quinta-feira, 5 de março de 2009

Marketing Pessoal

A base de um bom marketing é ter um bom produto, portanto antes de pensar em fazer seu marketing pessoal, invista no produto que tem a oferecer.

O marketing é o meio de fazer com que seu produto seja percebido pelo mercado, mas somente será comprado se for no mínimo bom.

Mantenha sua auto-estima elevada, não se abale por qualquer motivo.

Conheça-se. Determine seus pontos fortes e fortaleça-os, busque a atenuação dos pontos fracos. Tenha em mente qual é o seu potencial.

Além de uma boa aparência, você precisa ter bons princípios e boas maneiras.
Em certa ocasião eu estava em uma reunião com um colaborador e fomos interrompidos sem qualquer pedido de desculpas, o invasor perguntou o que tinha que perguntar e saiu, ignorando completamente a minha presença. Eu observei que essa pessoa sempre tinha a mesma conduta, apesar de bom profissional não tinha boas maneiras, e isso lhe custaria o sucesso na carreira, pois com tal falta de trato com as pessoas jamais seria recomendado à liderança.
Invista em aprendizado, uma boa formação acadêmica calcada em seus objetivos de carreira. Tenha um plano de carreira definido, planeje-se.

Crie uma vantagem competitiva e use-a como sua marca pessoal, de forma que as pessoas sempre reconheçam seu trabalho.

Tenha bons relacionamentos, dentro e fora de sua área de atuação. É preciso ter um plano alternativo.

Sempre que possível reflita sobre como está seguindo sua carreira, para que não abra mão de seus ideais.

E por fim, administre tanto o seu tempo como suas emoções, dessa forma terá uma vida satisfatória profissional e pessoalmente.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Mudança de Rumo

E agora? Para onde eu vou?A nossa capacidade de escolher novos rumos passa por incertezas, medos e ansiedade, por esse motivo muitos preferem não mudar nada, mesmo que estejam frustrados. Mas se você está disposto a se arriscar e enfrentar os desafios comece tendo em mente exatamente o que deseja alcançar com a mudança, e se esse é seu momento de escolher novos rumos, as minhas dicas são:
  1. Sonhe alto, mas não apenas por sonhar, e sim para transformar em realidade. Toque seus sonhos com as mãos!

  2. Distinga sempre o que é importante e o que é urgente, o importante pode esperar o urgente não.

  3. Tenha um plano de recompensas, lembre-se de se recompensar sempre que exigir muito de você, se esperar isso dos outros com certeza vai se frustrar. Proporcione a si mesmo momentos de prazer sempre que atingir um objetivo, e verá que encontrará um grande aliado: você mesmo.

  4. Associe-se a pessoas de arquibancada (aquelas que torcem por você) e distancie-se de pessoas de bueiro (aqueles que o colocam para baixo).

  5. Confie no seu potencial, mesmo que o mundo duvide dele. Você é a única pessoa que não vai decepcioná-lo.

  6. Tenha em mente que você é responsável pelo que faz com sua vida e com seus sonhos. Por mais que circunstâncias ou pessoas o atrapalhem, a responsabilidade ainda será sua.

  7. Se souber algo, utilize seu conhecimento e passe-o adiante, e se não souber, pergunte.

  8. Tenha uma linguagem proativa, diga que “quer” ou que “é importante fazer” algo ao invés de que “tem que” ou “precisa fazer” algo.

  9. Acredite e aja: quando quiser qualquer coisa na sua vida é importante que você acredite que pode ter ou fazer aquilo e comece a agir.

  10. E o mais importante: seja feliz, qualquer escolha é válida desde que lhe traga felicidade genuína, aquela que se consegue sem passar por cima dos outros, de forma limpa e transparente.
Essas dicas parecem simples e otimistas demais, mas a aplicação delas não é simples, é importante que você busque doses extras de otimismo em si mesmo, mas desde que você acredite no seu novo rumo, você vai chegar lá.

Os orientais têm um provérbio que diz que “quando se busca o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho”.